Memória de elefante, gênio de cão
O temperamento dos gatos pode driblar até o mais experiente dos psicólogos
Os cientistas sugerem que sete fatores são fundamentais para explicar as diferenças de comportamento entre os felinos:
E nesse último quesito os gatos são duros na queda. A disputa para saber quem é mais forte e quem manda na casa começou, acredite, há muito tempo. E o gato venceu. Quando o homem tomou consciência do valor que certos animais poderiam ter, passou a domesticá-los. A vaca dava leite, o cavalo era um excelente meio de transporte. O cachorro oferecia companhia e apoio na hora da caça. Os gatos... bem, eles não serviam para nada, mas decidiram viver com os homens porque as casas eram repletas de comida; isto é, infestadas de ratos e ratazanas. A primeira evidência de um relacionamento cooperante entre homem e gato data de 4.500 anos atrás, no Egito. Os bichanos tinham prestígio, já que os homens acreditavam que seus deuses tomavam a forma de gatos quando queriam transmitir ordens e presságios. Nessa época, matar um gato era um crime punível com a morte. - TEMPO BONS AQUELES....
Parece até que eles ainda se lembram dessa época quando resolvem aprontar dentro de casa e destroem com as unhas o sofá da sala. A memória de um gato, garantem os especialistas, é mesmo de elefante, um bicho famoso por viver muito tempo e voltar para o lugar onde nasceu quando pressente que vai morrer. Você, certamente, irá duvidar dessa afirmação quando encontrá-lo, outra vez, deitado sobre a pilha de casacos dentro do armário. Já brigou, já bateu, já ameaçou mandá-lo para o gatil da cidade e ele responde aos seus gritos com aquele olhar de boi sonso.
Memória seletiva
"Os gatos têm uma grande capacidade de aprender e recordar, mas tendem a reservar esse talento para informações mais úteis para eles", explica Patrick Bateson, professor de Etnologia da Universidade de Cambridge, na Inglaterra. "Ele nunca esquece onde fica a comida nem sua caixa de areia. Sabe que deve miar pela manhã para pedir comida e fazer gracinhas para obter a atenção do dono", acrescenta. Mais do que isso, os gatos são conhecidos pela fabulosa memória para localização de certos lugares, principalmente o lar. Isso acontece porque durante o tempo em que um gato vive em uma casa, seu cérebro registra o ângulo do sol em certas alturas do dia. Se ele se afasta ou é levado para longe, consegue encontrar o caminho de volta com a ajuda de seus relógios biológicos internos, por meio de tentativa e erro, até pelo ângulo do sol no lugar certo. Os gatos também se lembram das pessoas e dos animais com quem vivem.
Só mesmo uma boa memória e uma personalidade encapetada para explicar o comportamento de um felino que fica três dias sem comer porque ficou com ciúmes da nova namorada do dono. "Não é verdade que os gatos só se importam com a casa e desprezam seus moradores. Eles são afetuosos e precisam de atenção. A diferença em relação aos cachorros é que um gato nunca se submete nem serve ao seu dono", diz o médico veterinário Manoel Coelho, da Clínica Veterinária de Cotia (SP), que coleciona histórias engraçadas sobre acessos de fúria protagonizados por felinos. "Eu tive um gato muito vingativo. Sempre que levava bronca, ele aprontava. Uma vez, fez xixi no teclado do meu computador porque não desliguei a máquina para brincar com ele", conta Coelho.
Existem poucos remédios para combater o gênio de cão (não falo do bicho, mas do diabo) de um gato - um ser essencialmente livre, cuja liberdade desafia o homem. De qualquer modo, o fato de esse comportamento existir e ser estudado serve, no mínimo, para destruir um mito que há séculos acaba com a reputação dos felinos. Desde a Idade Média, quando foram demonizados e sofreram uma perseguição terrível, alimentou-se a crença de que os gatos são insociáveis, agressivos e incapazes de amar seus donos. Não há provas de que eles amem como os humanos, mas existem sinais externos de amor de um gato muito mais graciosos do que fazer cocô na cama do dono por carência afetiva. Os gatos mostram afeto e carinho, por exemplo, esfregando o focinho e o corpo nas pernas do dono. Eles gostam de lamber-lhes as mãos ou a face e aninhar a cabeça no peito ou no queixo do ente querido. Deitar de barriga para cima e serpentear o corpo é outro convite ao amor. Normalmente, sempre que fazem isso, os gatos fecham os olhos em sinal de gozo e prazer. Outro sinal de exibir afeto é mostrar serviço, trazendo para dentro de casa uma presa morta como presente (passarinhos, ratos e baratas são algumas das lembranças favoritas). Nessas horas, por favor, retribua! Os gatos, diferentemente dos cães, não têm dono. Eles se consideram como companheiros daqueles com quem dividem a casa. E, nesse caso, a relação é de igual para igual. Como a um(a) namorado(a) ou amigo(a), você terá de seduzi-lo e conquistá-lo. E vice-versa.
Olá...
Sobre o gatinho (Aquiles...).
Levei no veterinário, ele estava com febre, está com dois machucados enormes, um em cada pata traseira, e um outro no queixo, na hora do envenenamento, ele teve convulsões, nessas convulsões, ele se debatia no chão... a patinha dele está em carne viva... estou limpando e passando pomada... ele ainda está tomando 03 remédios... e só come ração pastosa.. não consegue mastigar...
Mas está bem.. a vet me disse que do envenenamento ele não morre mais, depois que passar essa fase mais crítica, teremos que fazer exames pra ver o estrago que o veneno fez (ele pode ficar com problemas renais, intestinais, no fígado....), mas eu acredito muito que ele vai se recuperar e se Deus quiser não vai ter nenhuma sequela.
Ele é tão carente... eu chego, ele mia, vem pro meu colo e fica muito bravo quando eu tento tirá-lo.. tadinho... O Tuco está num ciúmes só... e desconta tudo no Pedro, tadinho... Por enquanto eu não posso colocar o Aquiles junto com o PEdro e o Tudo, porque ele não é vacinado.. pode ter alguma doença... Mas depois que ele estiver bem e castrado, vai entrar e morar comigo... mais um filhinho....
Carnaval tá aí, vou pra praia com o Ju e alguns amigos.. não estou muito no clima, mas acredito que vai ser bom...
É isso...
Bjks
Pessoas...
Sobre o post de ontem, não havia dito que enquanto chorava em minha cama e ouvia aqueles miados angustiantes, eu orava, pedindo a Deus que terminasse com aquele sofrimento, com o sofrimento de uma criaturazinha inocente, feita por ele.. orei muito e acabei dormindo com o silêncio do gato.. pensei comigo: Deus em atendeu, o gatinho finalmente morreu...
Fui trabalhar, postei pra vcs sobre essa história horrorosa e voltei pra minha casa, adivinhem quem estava deitado justamente no meu quintal??? O Gato.... coincidência?? não, milagre... Deus realmente me atendeu, mas quando eu pedia o fim do sofrimento, e para mim isso significava a morte, ele fez muito mais, me presenteou com a sua vida... eu chamei minha vizinha (Zefa) e ela não acreditava naquilo..... Deus realmente existe e faz milagres.....
Fui no pet shop comprar um remédio pro fígado e pra minha sorte (outra coincidência???) havia uma veterinária por lá, que me receitou mais dois outros remédios.
Dei o remédio de 40 a 40 min durante a noite, e agora ele está tomando os três de 8 em 8 hs... Ele já está bem melhor, já até consegue comer com muita dificuldade e bem pouquinho aquela ração tradicional, mas eu estou dando pra ele, ração de latinha.... Vim trabalhar e ele ficou chorando no quintal, pedindo mais carinho..rs... depois se destraiu e foi comer minha grama...
Quem não está nada feliz com isso, é o Tuco, que está indignadíssimo, já tentou atacá-lo diversas vezes, o que o salvou (ainda não sei bem quem, porque o gato dá três do Tuco e não parece ser muito de brincadeiras...) foi a porta, que os mantém afastados, mas não impede que o Tuco solte seus HÁZ.... rsrs, mas me mordeu, qdo eu fui fazer carinho nele.... deve ter pensando: SUA TRAIDORA, SAI DE PERTO DE MIM... ESTOU COM ÓDIO DE VC... RSRRSRSRS.....
Enfim... estou feliz.....
Bjks a todos.....
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"O animal selvagem e cruel não é aquele que está atrás das grades.
É o que está na frente delas." |
MALTRATAR ANIMAIS É CRIME.
Art.32º. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos exóticos:
Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa.
§ 1º. Incorre nas mesmas penas que realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que fará fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
§ 2º. A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.
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